Cães-guia são capazes de melhorar a qualidade de vida de portadores de deficiência visual.
há, por exemplo, um registro em madeira que nos remonta à Idade Média, que ilustra um homem cego, conduzindo um cão em uma coleira.
A adoção destes animais para tal começou a ser feita, de forma mais representativa, na época da Primeira Grande Guerra, momento este em que muitos soldados acabaram cegos; sendo um médico alemão, Dr. Stalling, o precursor dessa ideia. Tempos depois, em 1916, a primeira escola de cães-guia do mundo foi afundada, com o passar dos anos outras foram sendo abertas.
Cães-guia fornecem mais segurança e agilidade aos deficientes visuais. Assim, conduzem seu parceiro muitas horas por dia, inclusive parando em meios-fios antes de atravessarem ruas, e desviando-os de obstáculos, tais como declives, buracos ou mesmo galhos de árvores. Como seu auxílio é muito importante para seu dono, devem evitar distrações, como cheiros, pessoas, sons e outros animais; além de compreender os comandos enviados (e desobedecer a comandos que os coloquem em perigo).
O treinamento para os cães é árduo e pode durar muitos meses. Para tal, é feita, primeiramente, uma triagem, considerando para esta tarefa apenas animais saudáveis e em boa forma, e com temperamento estável, como Labrador, Gold Retriever e Pastor Alemão são as três raças mais comuns de cães-guia. Um cão selecionado e treinado, já apto a acompanhar o portador de deficiência visual, trabalha como guia por aproximadamente dez anos. Após este tempo, se aposenta, podendo permanecer como animal de estimação, enquanto seu dono adota outro para auxiliá-lo no dia a dia.
Em nosso país, a primeira escola de cães guias foi fundada em 1999: a Lions Clube Florianópolis Lagoa Helen Keller. Aqui tambem tem a Lei do Decreto nº 5.904/06, que dispõem sobre o acesso e permanência destes cães em qualquer local público ou privado (exceto em UTIs e salas de cirurgia).
Cães que ajudaram com a depressão
Hoje iremos falar sobre a história da Débora uma mulher de 42 anos que perdeu seu irmão e seu pai para a COVID-19 (em menos de uma semana ) infelizmente com tudo que tinha acontecido ela teve o emocional muito abalado , então sua filha mais velhas resolveu presentea- lá com uma cachorrinha de 4 meses chamada mel , hoje em dia a mel têm 1 ano de vida e a Débora e sua família estão muito bem com a mel
Cães de guerra e farejadores
Cães participam de guerras há anos. Segundo alguns historiadores, mesmo na História Antiga já existiam informações de que os cães iam para a luta armada, junto aos humanos. As grandes raças serviram como cães de guerra no campo de batalha e como sentinelas de defesa para diversos povos. Egípcios e gregos, por exemplo, foram duas das civilizações antigas (no período conhecido como “antes de Cristo”) que levaram cachorros para a guerra.
Os romanos não ficaram de fora eles equiparam alguns dos seus cães com coleiras perfurantes e armaduras, e os conquistadores espanhóis também utilizaram cães de ataque armados durante a invasão da América do Sul em 1500. A guerra moderna reduziu o papel de campo de batalha dos cachorros para mensageiros, farejadores, batedores e sentinelas. Os militares americanos e outros, mais recentemente, treinaram seus cães como farejadores e detectores para trabalhar no Iraque e no Afeganistão.
Pensando em um período mais contemporâneo, é válido lembrar que o imperador francês Napoleão Bonaparte também separou uma matilha para guerrear com ele, nas batalhas de conquista dos territórios europeus. O mesmo aconteceu durante as Guerras Mundiais nos anos de 1914 a 1918 e 1941 a 1945. Nestes casos, no entanto, os animais eram muito utilizados como cães suicidas, já que portavam algumas bombas que deveriam minar o campo adversário. A extinta União Soviética também se utilizou desses animais para a sua guerra contra o Afeganistão. E, mais recentemente, os Estados Unidos também se valeram de um cão da raça Malinois Belga na operação de execução de seu arquirrival Osama Bin Laden.
Segundo alguns historiadores, os animais podiam desempenhar diversas funções nos campos de batalha, desde vigílias e guardas, e até o porte de bombas que deveriam explodir e destruir parte do acampamento rival. Muitos, no entanto, desempenhavam funções mais leves, como as de mensageiro, cargueiros (levavam suprimentos hospitalares, alimentos, etc). Também podiam ser utilizados para a tração de pequenos veículos ou como rastreadores. Trabalhar como cães de guerra não é um papel fácil. O cão deve ter personalidade e qualidades bem específicas, assim como especialmente treinado para todo tipo de situação que possa encontrar em campo. É por isso que geralmente os treinadores escolhem raças específicas que já possuem instinto natural para realizar o trabalho militar.
Guerra Mundial
Durante a Primeira Guerra Mundial, as raças caninas usadas para operações militares eram diversas: o Airdale Terrier, o Pastor Alemão da Alsácia, o rottweiler ou o schnauzer gigante. Todos eles tiveram que se acostumar com o barulho dos morteiros em condições terríveis.
Os romanos usavam molossos como observadores de rebanho, em armazéns e aldeias, e as legiões romanas também o incorporaram como animal de combate. O cão também desempenhou um papel importante na Península Ibérica durante a Reconquista.
Durante a Segunda Guerra Mundial, vários cães se destacaram por suas performances em ambos os lados, como um pastor alemão chamado Bob, que veio localizar mais de dezesseis soldados feridos que estavam rastejando perdidos no campo de batalha após um bombardeio.
Para recompensar tanta coragem e fidelidade, a Medalha Dickins foi criada em 1943, um prêmio que ainda é válido hoje e que visa homenagear aqueles animais que através de seu esforço e, em muitos casos, com suas vidas, ajudaram os humanos em tempos de conflito.
Você sabia que o olfato dos cães farejadores é 100 mil vezes mais sensível que o dos seres humanos?
Todos os cachorros possuem esse sentido extremamente apurado, mas algumas raças já fazem essa função há tanto tempo, que se tornam exímios farejadores e podem até ajudar em buscas ansiosas. O olfato é o principal sentido dos cachorros e é com ele que eles identificam possíveis ameaças, localizam outros cães e sentem o feromônio do sexo oposto ao cruzamento. A habilidade deles de sentir odores é tão apurada porque eles chegam a ter cerca de 300 milhões de receptores olfativos, que ficam no foco e em outras partes das vias respiratórias. Para se ter uma ideia, nós, humanos, temos apenas 6 milhões, o que já é bem eficaz para identificar os cheiros. No cérebro dos cães, há ainda uma área específica que analisa os odores, que tem uma sensibilidade 40 vezes mais apurada que a nossa.
Além das presas, que são o objeto mais natural e instintivo do seu olfato, os cães farejadores conseguem: Fazer resgates e buscas policiais; Identificar a presença de drogas em bagagens nos aeroportos ou durante o serviço policial; Farejar a presença de doenças no corpo das pessoas e outros animais. Eles foram utilizados, inclusive, como farejadores de Covid-19 , durante uma pandemia.; Localizar trufas, um tipo de fungo que fica abaixo da terra e é considerado uma iguaria da gastronomia, dentre outras funções.
Trabalho realizado por Abel, Adriely, Ana Beatriz, Andressa, Gabriel, Maria Eduarda

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